| Definição |
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Área territorial total (urbana e rural) da localidade. Conforme a resolução nº 5, de 10/10/2002, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, os valores foram obtidos empregando processos computacionais que permitiram a fixação das coordenadas dos pontos que integram os perímetros dessas superfícies territoriais, a partir da consolidação do Arquivo Gráfico Municipal-AGM. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
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| Nota |
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A partir de agosto de 2008, os dados referentes à área dos municípios paulistas (e das regiões administrativas, de governo e metropolitanas, calculados pela soma das áreas municipais), divulgados nos sistemas de informação da Fundação Seade, têm como fonte a Resolução nº 5, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, de 10 de outubro de 2002, que toma como referência o quadro territorial vigente em 01 de janeiro de 2001. Até aquele mês, esses sistemas informavam os valores calculados pelo Instituto Geográfico e Cartográfico – IGC, da Secretaria de Economia e Planejamento, que está procedendo à transformação da base cartográfica oficial para o formato digital, que resultará em revisão do cálculo das áreas municipais. Os sistemas de informação disponíveis no sítio da Fundação Seade divulgam a área dos municípios e densidade demográfica desde 1980 e, como a partir desse ano ocorreram desmembramentos de municípios, foi necessária a realização de estimativas da área das unidades que deram origem aos novos municípios, nos anos anteriores à instalação desses últimos, tomando como base os dados do IBGE. Os procedimentos utilizados para essas estimativas são especificados a seguir. No caso dos municípios que, isoladamente, deram origem a outros, a área daquele(s) deles desmembrado(s) foi somada às suas áreas informadas na Resolução nº 5, valores assumidos para os anos anteriores à instalação das novas unidades territoriais. Para os municípios de onde foram desmembrados outros que receberam área de mais de uma unidade territorial (casos de Holambra, separado de Artur Nogueira, Cosmópolis, Jaguariúna e Santo Antonio de Posse, e de Ilha Comprida, originado de Cananéia e Iguape), o método usado para a estimativa foi o seguinte: - calcularam-se, para os dois novos municípios, os porcentuais de seus respectivos territórios desmembrados de cada um dos municípios de origem, tomando como base a área informada pelo IGC; - aplicaram-se esses porcentuais sobre a área informada pelo IBGE na Resolução nº 5 para os dois novos municípios, somando-se os valores resultantes às áreas dos municípios de origem, também informadas na Resolução nº 5. Esses números estimados foram assumidos para os municípios de origem, nos anos anteriores à instalação de Holambra e Ilha Comprida. Para ter acesso à lista dos desmembramentos de municípios ocorridos no Estado de São Paulo, a partir de 1980, clique aqui. Para ter acesso à área dos municípios calculada pelo IGC, clique aqui.
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| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Fundação Seade.
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| Nota |
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Os dados referem-se aos municípios de acordo com a divisão administrativa do Estado de São Paulo vigente no respectivo período: - até 1982, 571 municípios; - de 1983 a 1992, 572 municípios; - de 1993 a 1996, 625 municípios; - a partir 1997, 645 municípios.
As populações aqui apresentadas resultam de projeções elaboradas pelo método dos componentes demográficos. Este método considera as tendências de fecundidade, mortalidade e migração, a partir das estatísticas vitais processadas na Fundação Seade, e a formulação de hipóteses de comportamento futuro para estes componentes. A população de base, por idade e sexo, considera os resultados correspondentes aos diversos Censos Demográficos realizados pelo IBGE. As populações projetadas referem-se a 1º de julho de cada ano.
Para maiores informações, ver Metodologia.
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| Definição |
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Número de habitantes residentes de uma unidade geográfica em determinado momento, em relação à área dessa mesma unidade. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Fundação Seade.
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| Nota |
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As estimativas de população referem-se a 1º de julho de cada ano.
A partir de agosto de 2008, os dados referentes à área dos municípios paulistas (e das regiões administrativas, de governo e metropolitanas, calculados pela soma das áreas municipais), divulgados nos sistemas de informação da Fundação Seade, têm como fonte a Resolução nº 5, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, de 10 de outubro de 2002, que toma como referência o quadro territorial vigente em 01 de janeiro de 2001. Até aquele mês, esses sistemas informavam os valores calculados pelo Instituto Geográfico e Cartográfico – IGC, da Secretaria de Economia e Planejamento, que está procedendo à transformação da base cartográfica oficial para o formato digital, que resultará em revisão do cálculo das áreas municipais. Os sistemas de informação disponíveis no sítio da Fundação Seade divulgam a área dos municípios e densidade demográfica desde 1980 e, como a partir desse ano ocorreram desmembramentos de municípios, foi necessária a realização de estimativas da área das unidades que deram origem aos novos municípios, nos anos anteriores à instalação desses últimos, tomando como base os dados do IBGE. Os procedimentos utilizados para essas estimativas são especificados a seguir. No caso dos municípios que, isoladamente, deram origem a outros, a área daquele(s) deles desmembrado(s) foi somada às suas áreas informadas na Resolução nº 5, valores assumidos para os anos anteriores à instalação das novas unidades territoriais. Para os municípios de onde foram desmembrados outros que receberam área de mais de uma unidade territorial (casos de Holambra, separado de Artur Nogueira, Cosmópolis, Jaguariúna e Santo Antonio de Posse, e de Ilha Comprida, originado de Cananéia e Iguape), o método usado para a estimativa foi o seguinte: - calcularam-se, para os dois novos municípios, os porcentuais de seus respectivos territórios desmembrados de cada um dos municípios de origem, tomando como base a área informada pelo IGC; - aplicaram-se esses porcentuais sobre a área informada pelo IBGE na Resolução nº 5 para os dois novos municípios, somando-se os valores resultantes às áreas dos municípios de origem, também informadas na Resolução nº 5. Esses números estimados foram assumidos para os municípios de origem, nos anos anteriores à instalação de Holambra e Ilha Comprida. Para ter acesso à lista dos desmembramentos de municípios ocorridos no Estado de São Paulo, a partir de 1980, clique aqui. Para ter acesso à área dos municípios calculada pelo IGC, clique aqui.
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| Taxa Geométrica de Crescimento Anual da População – 2000/2010 |
| Definição |
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Expressa, em termos percentuais, o crescimento médio da população em determinado período de tempo. Geralmente, considera-se que a população experimenta um crescimento exponencial ou geométrico. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Fundação Seade.
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| Definição |
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Percentual da população urbana em relação à população total. É calculado, geralmente, a partir de dados censitários, segundo a fórmula: | Grau de Urbanização | = | População Urbana
| X 100 | | População Total |
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| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Fundação Seade.
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| Nota |
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Os dados referem-se aos municípios de acordo com a divisão administrativa do Estado de São Paulo vigente no respectivo período: - até 1982, 571 municípios; - de 1983 a 1992, 572 municípios; - de 1993 a 1996, 625 municípios; - a partir 1997, 645 municípios.
Os dados referentes ao período 2001-2009 estão temporariamente indisponíveis. Sua atualização será realizada com base nos resultados do Censo Demográfico 2010.
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| Definição |
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Proporção de pessoas de 60 anos e mais por 100 indivíduos de 0 a 14 anos.
Adota-se o corte etário da população idosa em 60 anos, de acordo com Rede Interagencial de Informações para a Saúde - Ripsa e 25ª Conferência Sanitária Pan-Americana da Organização Pan-Americana da Saúde - Opas. Alguns países desenvolvidos adotam, todavia, 65 anos. |
| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Nota |
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Refere-se a 1º de julho de cada ano.
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| População com Menos de 15 Anos |
| Definição |
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Proporção da população de 0 a 14 anos em relação ao total da população em determinado espaço geográfico, no ano considerado. |
| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Nota |
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Refere-se a 1º de julho de cada ano.
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| População com 60 Anos e Mais |
| Definição |
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Proporção da população de 60 anos e mais em relação ao total da população em determinado espaço geográfico, no ano considerado. |
| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Nota |
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Refere-se a 1º de julho de cada ano.
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| Definição |
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Número de homens para cada 100 mulheres na população residente em determinada área, no ano considerado. |
| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Nota |
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Refere-se a 1º de julho de cada ano.
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| Definição |
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Relação entre os nascidos vivos de uma determinada unidade geográfica, ocorridos e registrados num determinado período de tempo, e a população estimada para o meio do período, multiplicados por 1000. | Taxa de Natalidade | = | Nascidos Vivos
| X 1.000 | | População ao Meio do Período |
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| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Taxa de Fecundidade Geral |
| Definição |
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Relação entre o número de nascidos vivos ocorridos numa determinada unidade geográfica, num período de tempo, e a população feminina em idade fértil (15 a 49 anos) residente na mesma unidade estimada para o meio do período, segundo a fórmula: | Taxa de Fecundidade Geral | = | Nascidos Vivos
| X 1.000 | | População Feminina Entre 15 a 49 Anos |
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| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Taxa de Mortalidade Infantil |
| Definição |
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Relação entre os óbitos de menores de um ano residentes numa unidade geográfica, num determinado período de tempo (geralmente um ano) e os nascidos vivos da mesma unidade nesse período, segundo a fórmula: | Taxa de Mortalidade Infantil | = | Óbitos de Menores de 1 Ano
| X 1.000 | | Nascidos Vivos |
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| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Nota |
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A maior variabilidade nas taxas, em alguns municípios, pode decorrer do número reduzido nascidos vivos e óbitos de crianças menores de 1 ano, ocorrido em cada ano considerado.
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| Taxa de Mortalidade na Infância |
| Definição |
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Relação entre os óbitos de menores de cinco anos de residentes em uma unidade geográfica, em determinado período de tempo (geralmente um ano), e os nascidos vivos da mesma unidade nesse período. |
| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Taxa de Mortalidade da População entre 15 e 34 Anos |
| Definição |
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Relação entre os óbitos da população de 15 a 34 anos em uma unidade geográfica, em determinado período de tempo (geralmente um ano), e a população nessa faixa etária estimada para o meio do período, segundo a fórmula: | Taxa de Mortalidade da População entre 15 e 34 Anos | = | Óbitos da População de 15 a 34 Anos
| X 100.000 | | População entre 15 e 34 Anos |
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| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Taxa de Mortalidade da População de 60 Anos e Mais |
| Definição |
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Relação entre os óbitos da população de 60 anos e mais em uma unidade geográfica, em determinado período de tempo, e a população nessa faixa etária estimada para o meio do período, segundo a fórmula: | Taxa de Mortalidade da População com 60 Anos e Mais | = | Óbitos da População de 60 Anos e Mais
| X 100.000 | | População com 60 Anos e Mais |
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| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Nota |
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No total do Estado estão incluídos os casos referentes aos residentes no Estado de São Paulo, sem a identificação do município. A maior variabilidade nas taxas, em alguns municípios, pode decorrer do número reduzido de óbitos, ocorrido em cada ano considerado.
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| Mães Adolescentes (com menos de 18 anos) |
| Definição |
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Proporção de Mulheres com idade inferior a 18 anos e que tenham tido pelo menos um filho nascido vivo no ano de referência, em relação ao total de mulheres que tiveram filhos nesse mesmo período. |
| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Mães que Tiveram Sete e Mais Consultas de Pré-Natal |
| Definição |
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Proporção de Mulheres com sete e mais consultas de pré-natal no ano de referência, em relação ao total de mulheres que tiveram filhos no mesmo período. |
| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Definição |
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Proporção de Partos cesáreos de Nascidos Vivos em relação ao total de Nascidos Vivos. |
| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Nascimentos de Baixo Peso (menos de 2,5kg) |
| Definição |
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Proporção de Nascidos Vivos com peso inferior a 2,5 kg em relação ao total de Nascidos Vivos. |
| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Definição |
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Proporção de Nascidos Vivos com menos de 37 semanas de gestação em relação ao total de Nascidos Vivos. |
| Fonte |
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Fundação Seade.
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| Índice Paulista de Responsabilidade Social – IPRS – Dimensão Riqueza |
| Definição |
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Os indicadores do IPRS sintetizam a situação de cada município no que diz respeito a riqueza, escolaridade e longevidade, e quando combinados geram uma tipologia que classifica os municípios do Estado de São Paulo em cinco grupos, conforme as características descritas no quadro abaixo. A metodologia completa pode ser encontrada em: www.seade.gov.br/projetos/iprs/ajuda/2008/metodologia_2010.pdf. Critérios de Formação dos Grupos do IPRS| Grupos | Critérios | Descrição | |
| Grupo 1 | Alta riqueza, média longevidade e média escolaridade | Municípios que se caracterizam por um nível elevado de riqueza com bons níveis nos indicadores sociais | | Alta riqueza, média longevidade e alta escolaridade | | Alta riqueza, alta longevidade e média escolaridade | | Alta riqueza, alta longevidade e alta escolaridade | |
| Grupo 2 | Alta riqueza, baixa longevidade e baixa escolaridade | Municípios que, embora com níveis de riqueza elevados, não são capazes de atingir bons indicadores sociais | | Alta riqueza, baixa longevidade e média escolaridade | | Alta riqueza, baixa longevidade e alta escolaridade | | Alta riqueza, média longevidade e baixa escolaridade | | Alta riqueza, alta longevidade e baixa escolaridade | |
| Grupo 3 | Baixa riqueza, média longevidade e média escolaridade | Municípios com nível de riqueza baixo, mas com bons indicadores sociais | | Baixa riqueza, média longevidade e alta escolaridade | | Baixa riqueza, alta longevidade e média escolaridade | | Baixa riqueza, alta longevidade e alta escolaridade | |
| Grupo 4 | Baixa riqueza, baixa longevidade e média escolaridade | Municípios que apresentam baixos níveis de riqueza e níveis intermediários de longevidade e/ou escolaridade | | Baixa riqueza, baixa longevidade e alta escolaridade | | Baixa riqueza, média longevidade e baixa escolaridade | | Baixa riqueza, alta longevidade e baixa escolaridade | |
| Grupo 5 | Baixa riqueza, baixa longevidade e baixa escolaridade | Municípios mais desfavorecidos do Estado, tanto em riqueza como nos indicadores sociais |
| Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. | Indicadores do IPRSIndicador sintético de riqueza: combinação linear de quatro variáveis, sendo expresso em uma escala de 0 a 100, na qual o 100 representa a melhor situação e zero, a pior. Parâmetros para a Classificação dos Municípios na Dimensão Riqueza do IPRS, segundo Categorias | Categorias | Ano | Riqueza Municipal | | Baixa | 2000 | Até 49 | | 2002 | Até 40 | | 2004 | Até 42 | | 2006 | Até 45 | | 2008 | Até 48 | | Média | 2000 | - | | 2002 | - | | 2004 | - | | 2006 | - | | 2008 | - | | Alta | 2000 | 50 e mais | | 2002 | 41 e mais | | 2004 | 43 e mais | | 2006 | 46 e mais | | 2008 | 49 e mais | | Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. | Componentes do Indicador Sintético Setorial de Riqueza e seus Respectivos Pesos| Indicador | Componentes | Contribuição para o Indicador Sintético | |
| Riqueza | Consumo residencial de energia elétrica por ligação | 44% | | Consumo de energia elétrica na agricultura, no comércio e nos serviços por ligação | 23% | | Remuneração média dos empregados com carteira assinada e do setor público | 19% | | Valor adicionado fiscal per capita | 14% |
| Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. | Fonte dos DadosIndicador de riqueza: registros administrativos fornecidos anualmente pelas Secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda e da Energia do Estado de São Paulo e do Ministério do Trabalho e Emprego. ObservaçõesA partir dos indicadores referentes ao ano de 2002, houve alterações metodológicas de cálculo. Para manter a comparabilidade, os indicadores do ano 2000 foram refeitos. Portanto, somente estão disponíveis dados a partir de 2000, pois as edições anteriores (anos de 1992 e 1997) não são comparáveis. Indicador de riqueza: o indicador de riqueza foi alterado, em decorrência de uma mudança no cálculo do consumo anual de energia elétrica por ligação residencial. A forma de obtenção dessa variável foi alterada para os 61 municípios definidos por lei como estâncias turísticas, de acordo com uma demanda surgida no âmbito do Fórum Legislativo de Desenvolvimento Econômico Sustentado. A grande presença, nessas localidades, de domicílios de uso ocasional acaba por subestimar o consumo residencial per capita de energia elétrica. A correção desse problema deu-se por meio da criação de um redutor para o número de ligações que compõem o denominador do indicador, utilizando-se a projeção da proporção de domicílios de uso ocasional. Grupos de municípios: alteraram-se os critérios de formação dos grupos de municípios, com maior exigência para a classificação no primeiro grupo do IPRS, que engloba os municípios mais bem posicionados em termos de riqueza e indicadores sociais. Em conseqüência desse fato, aumentou-se o número de combinações entre os três indicadores que possibilitam a um município ser classificado no Grupo 2 do IPRS. |
| Fonte |
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Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social – IPRS.
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| Índice Paulista de Responsabilidade Social – IPRS – Dimensão Longevidade |
| Definição |
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Os indicadores do IPRS sintetizam a situação de cada município no que diz respeito a riqueza, escolaridade e longevidade, e quando combinados geram uma tipologia que classifica os municípios do Estado de São Paulo em cinco grupos, conforme as características descritas no quadro abaixo. A metodologia completa pode ser encontrada em: www.seade.gov.br/projetos/iprs/ajuda/2008/metodologia_2010.pdf. Critérios de Formação dos Grupos do IPRS| Grupos | Critérios | Descrição | |
| Grupo 1 | Alta riqueza, média longevidade e média escolaridade | Municípios que se caracterizam por um nível elevado de riqueza com bons níveis nos indicadores sociais | | Alta riqueza, média longevidade e alta escolaridade | | Alta riqueza, alta longevidade e média escolaridade | | Alta riqueza, alta longevidade e alta escolaridade | |
| Grupo 2 | Alta riqueza, baixa longevidade e baixa escolaridade | Municípios que, embora com níveis de riqueza elevados, não são capazes de atingir bons indicadores sociais | | Alta riqueza, baixa longevidade e média escolaridade | | Alta riqueza, baixa longevidade e alta escolaridade | | Alta riqueza, média longevidade e baixa escolaridade | | Alta riqueza, alta longevidade e baixa escolaridade | |
| Grupo 3 | Baixa riqueza, média longevidade e média escolaridade | Municípios com nível de riqueza baixo, mas com bons indicadores sociais | | Baixa riqueza, média longevidade e alta escolaridade | | Baixa riqueza, alta longevidade e média escolaridade | | Baixa riqueza, alta longevidade e alta escolaridade | |
| Grupo 4 | Baixa riqueza, baixa longevidade e média escolaridade | Municípios que apresentam baixos níveis de riqueza e níveis intermediários de longevidade e/ou escolaridade | | Baixa riqueza, baixa longevidade e alta escolaridade | | Baixa riqueza, média longevidade e baixa escolaridade | | Baixa riqueza, alta longevidade e baixa escolaridade | |
| Grupo 5 | Baixa riqueza, baixa longevidade e baixa escolaridade | Municípios mais desfavorecidos do Estado, tanto em riqueza como nos indicadores sociais |
| Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. | Indicadores do IPRSIndicador sintético de longevidade: combinação linear de quatro taxas de mortalidade, sendo expresso em uma escala de 0 a 100, na qual o 100 representa a melhor situação e zero, a pior. Parâmetros para a Classificação dos Municípios na Dimensão Longevidade do IPRS, segundo Categorias | Categorias | Ano | Longevidade | | Baixa | 2000 | Até 64 | | 2002 | Até 66 | | 2004 | Até 68 | | 2006 | Até 70 | | 2008 | Até 71 | | Média | 2000 | 65 a 71 | | 2002 | 67 a 72 | | 2004 | 69 a 72 | | 2006 | 71 a 73 | | 2008 | 72 a 73 | | Alta | 2000 | 72 e mais | | 2002 | 73 e mais | | 2004 | 73 e mais | | 2006 | 74 e mais | | 2008 | 74 e mais | | Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. | Componentes do Indicador Sintético Setorial de Longevidade e seus Respectivos Pesos| Indicador | Componentes | Contribuição para o Indicador Sintético | |
| Longevidade | Taxa de Mortalidade perinatal | 30% | | Taxa de Mortalidade infantil | 30% | | Taxa de Mortalidade de adultos de 15 a 39 anos | 20% | | Taxa de Mortalidade de adultos de 60 anos e mais | 20% |
| Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. | | Nota: Para cada ano de referência, as taxas de mortalidade referem-se à média do triênio. Por exemplo, para o IPRS-2000, utilizou-se a média do período 1999-2001. | Fonte dos DadosIndicador de longevidade: projeções populacionais e dados do Registro Civil produzidos anualmente pela Fundação Seade. ObservaçõesA partir dos indicadores referentes ao ano de 2002, houve alterações metodológicas de cálculo. Para manter a comparabilidade, os indicadores do ano 2000 foram refeitos. Portanto, somente estão disponíveis dados a partir de 2000, pois as edições anteriores (anos de 1992 e 1997) não são comparáveis. Indicador de longevidade: para o indicador de longevidade manteve-se a mesma metodologia utilizada nas edições anteriores do IPRS. Grupos de municípios: alteraram-se os critérios de formação dos grupos de municípios, com maior exigência para a classificação no primeiro grupo do IPRS, que engloba os municípios mais bem posicionados em termos de riqueza e indicadores sociais. Em conseqüência desse fato, aumentou-se o número de combinações entre os três indicadores que possibilitam a um município ser classificado no Grupo 2 do IPRS. |
| Fonte |
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Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social – IPRS.
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| Índice Paulista de Responsabilidade Social – IPRS – Dimensão Escolaridade |
| Definição |
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Os indicadores do IPRS sintetizam a situação de cada município no que diz respeito a riqueza, escolaridade e longevidade, e quando combinados geram uma tipologia que classifica os municípios do Estado de São Paulo em cinco grupos, conforme as características descritas no quadro abaixo. A metodologia completa pode ser encontrada em: www.seade.gov.br/projetos/iprs/ajuda/2008/metodologia_2010.pdf. Critérios de Formação dos Grupos do IPRS| Grupos | Critérios | Descrição | |
| Grupo 1 | Alta riqueza, média longevidade e média escolaridade | Municípios que se caracterizam por um nível elevado de riqueza com bons níveis nos indicadores sociais | | Alta riqueza, média longevidade e alta escolaridade | | Alta riqueza, alta longevidade e média escolaridade | | Alta riqueza, alta longevidade e alta escolaridade | |
| Grupo 2 | Alta riqueza, baixa longevidade e baixa escolaridade | Municípios que, embora com níveis de riqueza elevados, não são capazes de atingir bons indicadores sociais | | Alta riqueza, baixa longevidade e média escolaridade | | Alta riqueza, baixa longevidade e alta escolaridade | | Alta riqueza, média longevidade e baixa escolaridade | | Alta riqueza, alta longevidade e baixa escolaridade | |
| Grupo 3 | Baixa riqueza, média longevidade e média escolaridade | Municípios com nível de riqueza baixo, mas com bons indicadores sociais | | Baixa riqueza, média longevidade e alta escolaridade | | Baixa riqueza, alta longevidade e média escolaridade | | Baixa riqueza, alta longevidade e alta escolaridade | |
| Grupo 4 | Baixa riqueza, baixa longevidade e média escolaridade | Municípios que apresentam baixos níveis de riqueza e níveis intermediários de longevidade e/ou escolaridade | | Baixa riqueza, baixa longevidade e alta escolaridade | | Baixa riqueza, média longevidade e baixa escolaridade | | Baixa riqueza, alta longevidade e baixa escolaridade | |
| Grupo 5 | Baixa riqueza, baixa longevidade e baixa escolaridade | Municípios mais desfavorecidos do Estado, tanto em riqueza como nos indicadores sociais |
| Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. | Indicadores do IPRSIndicador sintético de escolaridade: combinação linear de quatro variáveis, sendo expresso em uma escala de 0 a 100, na qual o 100 representa a melhor situação e zero, a pior. Parâmetros para a Classificação dos Municípios na Dimensão Escolaridade do IPRS, segundo Categorias | Categorias | Ano | Escolaridade | | Baixa | 2000 | Até 40 | | 2002 | Até 50 | | 2004 | Até 53 | | 2006 | Até 64 | | 2008 | Até 67 | | Média | 2000 | 41 a 46 | | 2002 | 51 a 55 | | 2004 | 54 a 57 | | 2006 | 65 a 67 | | 2008 | 68 a 70 | | Alta | 2000 | 47 e mais | | 2002 | 56 e mais | | 2004 | 58 e mais | | 2006 | 68 e mais | | 2008 | 71 e mais | | Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. | Componentes do Indicador Sintético Setorial de Escolaridade e seus Respectivos Pesos| Indicador | Componentes | Contribuição para o Indicador Sintético | |
| Escolaridade | Porcentagem de jovens de 15 a 17 anos que concluíram o ensino fundamental | 36% | | Porcentagem de jovens de 15 a 17 anos com pelo menos quatro anos de escolaridade | 8% | | Porcentagem de jovens de 18 a 19 anos que concluíram o ensino médio | 36% | | Porcentagem de crianças de 5 a 6 anos que freqüentam a pré-escola | 20% |
| Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. | Fonte dos DadosIndicador de escolaridade: dados de Censos Demográficos produzidos pelo IBGE e Censos Escolares realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP). ObservaçõesA partir dos indicadores referentes ao ano de 2002, houve alterações metodológicas de cálculo. Para manter a comparabilidade, os indicadores do ano 2000 foram refeitos. Portanto, somente estão disponíveis dados a partir de 2000, pois as edições anteriores (anos de 1992 e 1997) não são comparáveis. Indicador de escolaridade: a principal mudança metodológica foi a geração de um indicador de escolaridade baseado em registros administrativos e não em base censitária. Essa alteração ocorreu porque, nas edições anteriores do IPRS (anos bases 1992, 1997 e 2000), o indicador sintético de escolaridade baseava-se, quase exclusivamente, em informações do Censo Demográfico, o que impossibilitava sua reprodução para os anos intercensitários. Grupos de municípios: alteraram-se os critérios de formação dos grupos de municípios, com maior exigência para a classificação no primeiro grupo do IPRS, que engloba os municípios mais bem posicionados em termos de riqueza e indicadores sociais. Em conseqüência desse fato, aumentou-se o número de combinações entre os três indicadores que possibilitam a um município ser classificado no Grupo 2 do IPRS. |
| Fonte |
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Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social – IPRS.
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| Nota |
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Para compor o indicador referente a 2004, utilizaram-se as informações do Censo Escolar de 2003.
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| Índice Paulista de Responsabilidade Social – IPRS |
| Definição |
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Os indicadores do IPRS sintetizam a situação de cada município no que diz respeito a riqueza, escolaridade e longevidade, e quando combinados geram uma tipologia que classifica os municípios do Estado de São Paulo em cinco grupos, conforme as características descritas no quadro abaixo. A metodologia completa pode ser encontrada em: www.seade.gov.br/projetos/iprs/ajuda/2008/metodologia_2010.pdf. Critérios de Formação dos Grupos do IPRS| Grupos | Critérios | Descrição | |
| Grupo 1 | Alta riqueza, média longevidade e média escolaridade | Municípios que se caracterizam por um nível elevado de riqueza com bons níveis nos indicadores sociais | | Alta riqueza, média longevidade e alta escolaridade | | Alta riqueza, alta longevidade e média escolaridade | | Alta riqueza, alta longevidade e alta escolaridade | |
| Grupo 2 | Alta riqueza, baixa longevidade e baixa escolaridade | Municípios que, embora com níveis de riqueza elevados, não são capazes de atingir bons indicadores sociais | | Alta riqueza, baixa longevidade e média escolaridade | | Alta riqueza, baixa longevidade e alta escolaridade | | Alta riqueza, média longevidade e baixa escolaridade | | Alta riqueza, alta longevidade e baixa escolaridade | |
| Grupo 3 | Baixa riqueza, média longevidade e média escolaridade | Municípios com nível de riqueza baixo, mas com bons indicadores sociais | | Baixa riqueza, média longevidade e alta escolaridade | | Baixa riqueza, alta longevidade e média escolaridade | | Baixa riqueza, alta longevidade e alta escolaridade | |
| Grupo 4 | Baixa riqueza, baixa longevidade e média escolaridade | Municípios que apresentam baixos níveis de riqueza e níveis intermediários de longevidade e/ou escolaridade | | Baixa riqueza, baixa longevidade e alta escolaridade | | Baixa riqueza, média longevidade e baixa escolaridade | | Baixa riqueza, alta longevidade e baixa escolaridade | |
| Grupo 5 | Baixa riqueza, baixa longevidade e baixa escolaridade | Municípios mais desfavorecidos do Estado, tanto em riqueza como nos indicadores sociais |
| Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. | Indicadores do IPRSIndicador sintético de riqueza: combinação linear de quatro variáveis, sendo expresso em uma escala de 0 a 100, na qual o 100 representa a melhor situação e zero, a pior; Indicador sintético de longevidade: combinação linear de quatro taxas de mortalidade, sendo expresso em uma escala de 0 a 100, na qual o 100 representa a melhor situação e zero, a pior; Indicador sintético de escolaridade: combinação linear de quatro variáveis, sendo expresso em uma escala de 0 a 100, na qual o 100 representa a melhor situação e zero, a pior. Parâmetros para a Classificação dos Municípios, por Dimensões do IPRS, segundo Categorias | Categorias | Ano | Dimensões do IPRS | | Riqueza Municipal | Longevidade | Escolaridade | | Baixa | 2000 | Até 49 | Até 64 | Até 40 | | 2002 | Até 40 | Até 66 | Até 50 | | 2004 | Até 42 | Até 68 | Até 53 | | 2006 | Até 45 | Até 70 | Até 64 | | 2008 | Até 48 | Até 71 | Até 67 | | Média | 2000 | - | 65 a 71 | 41 a 46 | | 2002 | - | 67 a 72 | 51 a 55 | | 2004 | - | 69 a 72 | 54 a 57 | | 2006 | - | 71 a 73 | 65 a 67 | | 2008 | - | 72 a 73 | 68 a 70 | | Alta | 2000 | 50 e mais | 72 e mais | 47 e mais | | 2002 | 41 e mais | 73 e mais | 56 e mais | | 2004 | 43 e mais | 73 e mais | 58 e mais | | 2006 | 46 e mais | 74 e mais | 68 e mais | 2008 | 49 e mais | 74 e mais | 71 e mais | | Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. | Componentes dos Indicadores Sintéticos Setoriais e seus Respectivos Pesos| Indicador | Componentes | Contribuição para o Indicador Sintético | |
| Riqueza | Consumo residencial de energia elétrica | 44% | | Consumo de energia elétrica na agricultura, no comércio e nos serviços | 23% | | Remuneração média dos empregados com carteira assinada e do setor público | 19% | | Valor adicionado fiscal per capita | 14% | |
| Longevidade | Mortalidade perinatal | 30% | | Mortalidade infantil | 30% | | Mortalidade de adultos de 15 a 39 anos | 20% | | Mortalidade de adultos de 60 anos e mais | 20% | |
| Escolaridade | Porcentagem de jovens de 15 a 17 anos que concluíram o ensino fundamental | 36% | | Porcentagem de jovens de 15 a 17 anos com pelo menos quatro anos de escolaridade | 8% | | Porcentagem de jovens de 18 a 19 anos que concluíram o ensino médio | 36% | | Porcentagem de crianças de 5 a 6 anos que freqüentam a pré-escola | 20% |
| Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. | | Nota: Para cada ano de referência, as taxas de mortalidade referem-se à média do triênio. Por exemplo, para o IPRS-2000, utilizou-se a média do período 1999-2001. | Fonte dos DadosIndicador de riqueza: registros administrativos fornecidos anualmente pelas Secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda e da Energia do Estado de São Paulo e do Ministério do Trabalho e Emprego. Indicador de longevidade: projeções populacionais e dados do Registro Civil produzidos anualmente pela Fundação Seade. Indicador de escolaridade: dados de Censos Demográficos produzidos pelo IBGE e Censos Escolares realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP). ObservaçõesA partir dos indicadores referentes ao ano de 2002, houve alterações metodológicas de cálculo. Para manter a comparabilidade, os indicadores do ano 2000 foram refeitos. Portanto, somente estão disponíveis dados a partir de 2000, pois as edições anteriores (anos de 1992 e 1997) não são comparáveis. Indicador de riqueza: o indicador de riqueza foi alterado, em decorrência de uma mudança no cálculo do consumo anual de energia elétrica por ligação residencial. A forma de obtenção dessa variável foi alterada para os 61 municípios definidos por lei como estâncias turísticas, de acordo com uma demanda surgida no âmbito do Fórum Legislativo de Desenvolvimento Econômico Sustentado. A grande presença, nessas localidades, de domicílios de uso ocasional acaba por subestimar o consumo residencial per capita de energia elétrica. A correção desse problema deu-se por meio da criação de um redutor para o número de ligações que compõem o denominador do indicador, utilizando-se a projeção da proporção de domicílios de uso ocasional. Indicador de longevidade: para o indicador de longevidade manteve-se a mesma metodologia utilizada nas edições anteriores do IPRS. Indicador de escolaridade: a principal mudança metodológica foi a geração de um indicador de escolaridade baseado em registros administrativos e não em base censitária. Essa alteração ocorreu porque, nas edições anteriores do IPRS (anos bases 1992, 1997 e 2000), o indicador sintético de escolaridade baseava-se, quase exclusivamente, em informações do Censo Demográfico, o que impossibilitava sua reprodução para os anos intercensitários. Grupos de municípios: alteraram-se os critérios de formação dos grupos de municípios, com maior exigência para a classificação no primeiro grupo do IPRS, que engloba os municípios mais bem posicionados em termos de riqueza e indicadores sociais. Em conseqüência desse fato, aumentou-se o número de combinações entre os três indicadores que possibilitam a um município ser classificado no Grupo 2 do IPRS. |
| Fonte |
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Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social – IPRS.
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| Índice de Desenvolvimento Humano – IDH |
| Definição |
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Indicador que focaliza o município como unidade de análise, a partir das dimensões de longevidade, educação e renda, que participam com pesos iguais na sua determinação, segundo a fórmula: | IDHM | = | Índice de Longevidade + Índice de Educação + Índice de Renda
| | 3 |
Em relação à Longevidade, o índice utiliza a esperança de vida ao nascer (número médio de anos que as pessoas viveriam a partir do nascimento). No aspecto educação, considera o número médio dos anos de estudo (razão entre o número médio de anos de estudo da população de 25 anos e mais, sobre o total das pessoas de 25 anos e mais) e a taxa de analfabetismo (percentual das pessoas com 15 anos e mais, incapazes de ler ou escrever um bilhete simples). Em relação à renda, considera a renda familiar per capita (razão entre a soma da renda pessoal de todos os familiares e o número total de indivíduos na unidade familiar).Todos os indicadores são obtidos a partir do Censo Demográfico do IBGE.O IDHM se situa entre 0 (zero) e 1 (um), os valores mais altos indicando níveis superiores de desenvolvimento humano. Para referência, segundo classificação do PNUD, os valores distribuem-se em 3 categorias: - Baixo desenvolvimento humano, quando o IDHM for menor que 0,500;
- Médio desenvolvimento humano, para valores entre 0,500 e 0,800;
- Alto desenvolvimento humano, quando o índice for superior a 0,800.
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| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD.
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA.
Fundação João Pinheiro – FJP.
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| Definição |
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Soma das rendas das pessoas residentes nos domicílios, dividido pelo total dessas pessoas. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico.
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| Domicílios com Renda per Capita até 1/4 do Salário Mínimo |
| Definição |
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Número de domicílios com renda per capita até 1/4 do salário mínimo em relação ao total de domicílios. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico.
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| Nota |
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Em salários mínimos de julho de 2000.
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| Domicílios com Renda per Capita até 1/2 do Salário Mínimo |
| Definição |
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Número de domicílios com renda per capita até 1/2 do salário mínimo em relação ao total de domicílios. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico.
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| Nota |
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Em salários mínimos de julho de 2000.
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| Domicílios com Espaço Suficiente |
| Definição |
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Proporção de domicílios com pelo menos quatro cômodos, sendo um deles banheiro ou sanitário, sobre o total de domicílios permanentes urbanos. Este é o tipo de moradia considerado de composição mínima, para execução das funções básicas a toda moradia. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico.
Fundação Seade.
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| Domicílios com Infraestrutura Interna Urbana Adequada |
| Definição |
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Proporção de domicílios que dispõem de ligação às redes públicas de abastecimento (água e energia elétrica) e de coleta (lixo e esgoto), sendo a fossa séptica a única exceção aceita no lugar do esgoto, sobre o total de domicílios permanentes urbanos. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico.
Fundação Seade.
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| Coleta de Lixo – Nível de Atendimento |
| Definição |
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Porcentagem de domicílios particulares permanentes atendidos por serviço regular de coleta de lixo, na zona urbana. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico.
Fundação Seade.
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| Abastecimento de Água – Nível de Atendimento |
| Definição |
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Porcentagem de domicílios particulares permanentes urbanos ligados à rede geral de abastecimento de água. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico.
Fundação Seade.
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| Esgoto Sanitário – Nível de Atendimento |
| Definição |
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Porcentagem de domicílios particulares permanentes urbanos atendidos por rede geral de esgoto sanitário. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico.
Fundação Seade.
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| Taxa de Analfabetismo da População de 15 Anos e Mais |
| Definição |
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Consideraram-se como analfabetas as pessoas maiores de 15 anos que declararam não serem capazes de ler e escrever um bilhete simples ou que apenas assinam o próprio nome, incluindo as que aprenderam a ler e escrever, mas esqueceram. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico.
Fundação Seade.
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| Média de Anos de Estudos da População de 15 a 64 Anos |
| Definição |
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Número médio de anos de estudo da população na faixa etária.
A informação de anos de estudo é obtida em função da série e grau mais elevado concluído com aprovação. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico.
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| População de 25 Anos e Mais com Menos de 8 Anos de Estudo |
| Definição |
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População de 25 anos e mais com menos de 8 anos de estudo em relação à população total da mesma faixa etária.
A informação de anos de estudo é obtida em função da série e grau mais elevado concluído com aprovação. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico.
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| População de 18 a 24 Anos com Ensino Médio Completo |
| Definição |
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População de 18 a 24 anos de idade que concluíram o ensino médio em relação ao total da população na mesma faixa etária. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico.
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| Participação dos Vínculos Empregatícios na Agropecuária no Total de Vínculos |
| Definição |
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Vínculos empregatícios na agropecuária em relação ao total de vínculos.
Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Deve-se observar que: a) "O número de empregos é diferente do número de pessoas empregadas, porque um mesmo indivíduo pode estar acumulando, na data de referência, mais de um emprego" (MTE. Anuário Rais 1992). Essa diferença deve-se ao fato de que o levantamento é feito a partir dos estabelecimentos, que equivalem às "unidades de cada empresa separadas espacialmente, ou seja, com endereços distintos" (idem, ibidem); b) "A Rais, como qualquer outro registro administrativo, apesar de ser uma declaração compulsória, está sujeita a erros e omissões", uma vez que nem todos os estabelecimentos respondem à pesquisa ou fornecem informações completas e fidedignas (MTE. Painel Fixo da Rais 1979/1992.). c) A Rais apresenta oscilações de cobertura ao longo dos anos, razão pela qual deve-se evitar a comparação dos totais de emprego. É difícil identificar se as variações ocorrem devido ao aumento ou à redução real do mercado de trabalho, ou de um melhor ou pior desempenho na declaração (idem, ibidem). |
| Fonte |
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Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – RAIS.
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| Nota |
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Incluem-se contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e pelo Regime Jurídico Único. Devido à forma de declaração da Rais, os vínculos empregatícios dos órgãos estaduais estão, em quase sua totalidade, identificados com os endereços de suas sedes administrativas localizadas na capital, superdimensionando o total de vínculos do Município de São Paulo, sobretudo os serviços públicos como segurança e educação. No caso dos empregos da esfera federal, não há essa sobre-representação, uma vez que a maioria dos vínculos empregatícios encontra-se declarada nas suas sedes administrativas. Note-se, portanto, que o emprego público referido nos municípios do Estado é, principalmente, de âmbito municipal.
Os dados referem-se a 31 de dezembro.
O total de vínculos empregatícios inclui os de setores de atividade econômica ignorados, podendo não coincidir com a soma dos setores.
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| Participação dos Vínculos Empregatícios na Indústria no Total de Vínculos |
| Definição |
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Vínculos empregatícios na indústria em relação ao total de vínculos.
Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Deve-se observar que: a) "O número de empregos é diferente do número de pessoas empregadas, porque um mesmo indivíduo pode estar acumulando, na data de referência, mais de um emprego" (MTE. Anuário Rais 1992). Essa diferença deve-se ao fato de que o levantamento é feito a partir dos estabelecimentos, que equivalem às "unidades de cada empresa separadas espacialmente, ou seja, com endereços distintos" (idem, ibidem); b) "A Rais, como qualquer outro registro administrativo, apesar de ser uma declaração compulsória, está sujeita a erros e omissões", uma vez que nem todos os estabelecimentos respondem à pesquisa ou fornecem informações completas e fidedignas (MTE. Painel Fixo da Rais 1979/1992.). c) A Rais apresenta oscilações de cobertura ao longo dos anos, razão pela qual deve-se evitar a comparação dos totais de emprego. É difícil identificar se as variações ocorrem devido ao aumento ou à redução real do mercado de trabalho, ou de um melhor ou pior desempenho na declaração (idem, ibidem). |
| Fonte |
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Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – RAIS.
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| Nota |
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Incluem-se contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e pelo Regime Jurídico Único. Devido à forma de declaração da Rais, os vínculos empregatícios dos órgãos estaduais estão, em quase sua totalidade, identificados com os endereços de suas sedes administrativas localizadas na capital, superdimensionando o total de vínculos do Município de São Paulo, sobretudo os serviços públicos como segurança e educação. No caso dos empregos da esfera federal, não há essa sobre-representação, uma vez que a maioria dos vínculos empregatícios encontra-se declarada nas suas sedes administrativas. Note-se, portanto, que o emprego público referido nos municípios do Estado é, principalmente, de âmbito municipal.
Os dados referem-se a 31 de dezembro.
O total de vínculos empregatícios inclui os de setores de atividade econômica ignorados, podendo não coincidir com a soma dos setores.
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| Participação dos Vínculos Empregatícios na Construção Civil no Total de Vínculos |
| Definição |
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Vínculos empregatícios na construção civil em relação ao total de vínculos.
Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Deve-se observar que: a) "O número de empregos é diferente do número de pessoas empregadas, porque um mesmo indivíduo pode estar acumulando, na data de referência, mais de um emprego" (MTE. Anuário Rais 1992). Essa diferença deve-se ao fato de que o levantamento é feito a partir dos estabelecimentos, que equivalem às "unidades de cada empresa separadas espacialmente, ou seja, com endereços distintos" (idem, ibidem); b) "A Rais, como qualquer outro registro administrativo, apesar de ser uma declaração compulsória, está sujeita a erros e omissões", uma vez que nem todos os estabelecimentos respondem à pesquisa ou fornecem informações completas e fidedignas (MTE. Painel Fixo da Rais 1979/1992.). c) A Rais apresenta oscilações de cobertura ao longo dos anos, razão pela qual deve-se evitar a comparação dos totais de emprego. É difícil identificar se as variações ocorrem devido ao aumento ou à redução real do mercado de trabalho, ou de um melhor ou pior desempenho na declaração (idem, ibidem). |
| Fonte |
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Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – RAIS.
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| Nota |
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Incluem-se contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e pelo Regime Jurídico Único. Devido à forma de declaração da Rais, os vínculos empregatícios dos órgãos estaduais estão, em quase sua totalidade, identificados com os endereços de suas sedes administrativas localizadas na capital, superdimensionando o total de vínculos do Município de São Paulo, sobretudo os serviços públicos como segurança e educação. No caso dos empregos da esfera federal, não há essa sobre-representação, uma vez que a maioria dos vínculos empregatícios encontra-se declarada nas suas sedes administrativas. Note-se, portanto, que o emprego público referido nos municípios do Estado é, principalmente, de âmbito municipal.
Os dados referem-se a 31 de dezembro.
O total de vínculos empregatícios inclui os de setores de atividade econômica ignorados, podendo não coincidir com a soma dos setores.
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| Participação dos Vínculos Empregatícios no Comércio no Total de Vínculos |
| Definição |
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Vínculos empregatícios no comércio em relação ao total de vínculos.
Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Deve-se observar que: a) "O número de empregos é diferente do número de pessoas empregadas, porque um mesmo indivíduo pode estar acumulando, na data de referência, mais de um emprego" (MTE. Anuário Rais 1992). Essa diferença deve-se ao fato de que o levantamento é feito a partir dos estabelecimentos, que equivalem às "unidades de cada empresa separadas espacialmente, ou seja, com endereços distintos" (idem, ibidem); b) "A Rais, como qualquer outro registro administrativo, apesar de ser uma declaração compulsória, está sujeita a erros e omissões", uma vez que nem todos os estabelecimentos respondem à pesquisa ou fornecem informações completas e fidedignas (MTE. Painel Fixo da Rais 1979/1992.). c) A Rais apresenta oscilações de cobertura ao longo dos anos, razão pela qual deve-se evitar a comparação dos totais de emprego. É difícil identificar se as variações ocorrem devido ao aumento ou à redução real do mercado de trabalho, ou de um melhor ou pior desempenho na declaração (idem, ibidem). |
| Fonte |
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Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – RAIS.
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| Nota |
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Incluem-se contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e pelo Regime Jurídico Único. Devido à forma de declaração da Rais, os vínculos empregatícios dos órgãos estaduais estão, em quase sua totalidade, identificados com os endereços de suas sedes administrativas localizadas na capital, superdimensionando o total de vínculos do Município de São Paulo, sobretudo os serviços públicos como segurança e educação. No caso dos empregos da esfera federal, não há essa sobre-representação, uma vez que a maioria dos vínculos empregatícios encontra-se declarada nas suas sedes administrativas. Note-se, portanto, que o emprego público referido nos municípios do Estado é, principalmente, de âmbito municipal.
Os dados referem-se a 31 de dezembro.
O total de vínculos empregatícios inclui os de setores de atividade econômica ignorados, podendo não coincidir com a soma dos setores.
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| Participação dos Vínculos Empregatícios nos Serviços no Total de Vínculos |
| Definição |
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Vínculos empregatícios nos serviços em relação ao total de vínculos.
Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Deve-se observar que: a) "O número de empregos é diferente do número de pessoas empregadas, porque um mesmo indivíduo pode estar acumulando, na data de referência, mais de um emprego" (MTE. Anuário Rais 1992). Essa diferença deve-se ao fato de que o levantamento é feito a partir dos estabelecimentos, que equivalem às "unidades de cada empresa separadas espacialmente, ou seja, com endereços distintos" (idem, ibidem); b) "A Rais, como qualquer outro registro administrativo, apesar de ser uma declaração compulsória, está sujeita a erros e omissões", uma vez que nem todos os estabelecimentos respondem à pesquisa ou fornecem informações completas e fidedignas (MTE. Painel Fixo da Rais 1979/1992.). c) A Rais apresenta oscilações de cobertura ao longo dos anos, razão pela qual deve-se evitar a comparação dos totais de emprego. É difícil identificar se as variações ocorrem devido ao aumento ou à redução real do mercado de trabalho, ou de um melhor ou pior desempenho na declaração (idem, ibidem). |
| Fonte |
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Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – RAIS.
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| Nota |
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Incluem-se contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e pelo Regime Jurídico Único. Devido à forma de declaração da Rais, os vínculos empregatícios dos órgãos estaduais estão, em quase sua totalidade, identificados com os endereços de suas sedes administrativas localizadas na capital, superdimensionando o total de vínculos do Município de São Paulo, sobretudo os serviços públicos como segurança e educação. No caso dos empregos da esfera federal, não há essa sobre-representação, uma vez que a maioria dos vínculos empregatícios encontra-se declarada nas suas sedes administrativas. Note-se, portanto, que o emprego público referido nos municípios do Estado é, principalmente, de âmbito municipal.
Os dados referem-se a 31 de dezembro.
O total de vínculos empregatícios inclui os de setores de atividade econômica ignorados, podendo não coincidir com a soma dos setores.
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| Rendimento Médio nos Vínculos Empregatícios na Agropecuária |
| Definição |
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Soma dos salários nos vínculos empregatícios na agropecuária em relação ao total de vínculos no setor.
Refere-se, em uma determinada data, ao rendimento médio dos vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Deve-se observar que: a) "O número de empregos é diferente do número de pessoas empregadas, porque um mesmo indivíduo pode estar acumulando, na data de referência, mais de um emprego" (MTE. Anuário Rais 1992). Essa diferença deve-se ao fato de que o levantamento é feito a partir dos estabelecimentos, que equivalem às "unidades de cada empresa separadas espacialmente, ou seja, com endereços distintos" (idem, ibidem); b) "A Rais, como qualquer outro registro administrativo, apesar de ser uma declaração compulsória, está sujeita a erros e omissões", uma vez que nem todos os estabelecimentos respondem à pesquisa ou fornecem informações completas e fidedignas (MTE. Painel Fixo da Rais 1979/1992.). c) A Rais apresenta oscilações de cobertura ao longo dos anos, razão pela qual deve-se evitar a comparação dos totais de emprego. É difícil identificar se as variações ocorrem devido ao aumento ou à redução real do mercado de trabalho, ou de um melhor ou pior desempenho na declaração (idem, ibidem). |
| Fonte |
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Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – RAIS.
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| Nota |
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O valor do rendimento médio nominal em reais, na base primária de dados, consta apenas a partir de 1999. O período de 1991 a 1998 não foi considerado pois as informações estão expressas em salários mínimos.
Os dados referem-se à remuneração média nominal de dezembro.
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| Rendimento Médio nos Vínculos Empregatícios na Indústria |
| Definição |
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Soma dos salários nos vínculos empregatícios na indústria em relação ao total de vínculos no setor.
Refere-se, em uma determinada data, ao rendimento médio dos vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Deve-se observar que: a) "O número de empregos é diferente do número de pessoas empregadas, porque um mesmo indivíduo pode estar acumulando, na data de referência, mais de um emprego" (MTE. Anuário Rais 1992). Essa diferença deve-se ao fato de que o levantamento é feito a partir dos estabelecimentos, que equivalem às "unidades de cada empresa separadas espacialmente, ou seja, com endereços distintos" (idem, ibidem); b) "A Rais, como qualquer outro registro administrativo, apesar de ser uma declaração compulsória, está sujeita a erros e omissões", uma vez que nem todos os estabelecimentos respondem à pesquisa ou fornecem informações completas e fidedignas (MTE. Painel Fixo da Rais 1979/1992.). c) A Rais apresenta oscilações de cobertura ao longo dos anos, razão pela qual deve-se evitar a comparação dos totais de emprego. É difícil identificar se as variações ocorrem devido ao aumento ou à redução real do mercado de trabalho, ou de um melhor ou pior desempenho na declaração (idem, ibidem). |
| Fonte |
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Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – RAIS.
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| Nota |
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O valor do rendimento médio nominal em reais, na base primária de dados, consta apenas a partir de 1999. O período de 1991 a 1998 não foi considerado pois as informações estão expressas em salários mínimos.
Os dados referem-se à remuneração média nominal de dezembro.
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| Rendimento Médio nos Vínculos Empregatícios na Construção Civil |
| Definição |
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Soma dos salários nos vínculos empregatícios na construção civil em relação ao total de vínculos no setor.
Refere-se, em uma determinada data, ao rendimento médio dos vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Deve-se observar que: a) "O número de empregos é diferente do número de pessoas empregadas, porque um mesmo indivíduo pode estar acumulando, na data de referência, mais de um emprego" (MTE. Anuário Rais 1992). Essa diferença deve-se ao fato de que o levantamento é feito a partir dos estabelecimentos, que equivalem às "unidades de cada empresa separadas espacialmente, ou seja, com endereços distintos" (idem, ibidem); b) "A Rais, como qualquer outro registro administrativo, apesar de ser uma declaração compulsória, está sujeita a erros e omissões", uma vez que nem todos os estabelecimentos respondem à pesquisa ou fornecem informações completas e fidedignas (MTE. Painel Fixo da Rais 1979/1992.). c) A Rais apresenta oscilações de cobertura ao longo dos anos, razão pela qual deve-se evitar a comparação dos totais de emprego. É difícil identificar se as variações ocorrem devido ao aumento ou à redução real do mercado de trabalho, ou de um melhor ou pior desempenho na declaração (idem, ibidem). |
| Fonte |
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Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – RAIS.
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| Nota |
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O valor do rendimento médio nominal em reais, na base primária de dados, consta apenas a partir de 1999. O período de 1991 a 1998 não foi considerado pois as informações estão expressas em salários mínimos.
Os dados referem-se à remuneração média nominal de dezembro.
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| Rendimento Médio nos Vínculos Empregatícios no Comércio |
| Definição |
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Soma dos salários nos vínculos empregatícios no comércio em relação ao total de vínculos no setor.
Refere-se, em uma determinada data, ao rendimento médio dos vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Deve-se observar que: a) "O número de empregos é diferente do número de pessoas empregadas, porque um mesmo indivíduo pode estar acumulando, na data de referência, mais de um emprego" (MTE. Anuário Rais 1992). Essa diferença deve-se ao fato de que o levantamento é feito a partir dos estabelecimentos, que equivalem às "unidades de cada empresa separadas espacialmente, ou seja, com endereços distintos" (idem, ibidem); b) "A Rais, como qualquer outro registro administrativo, apesar de ser uma declaração compulsória, está sujeita a erros e omissões", uma vez que nem todos os estabelecimentos respondem à pesquisa ou fornecem informações completas e fidedignas (MTE. Painel Fixo da Rais 1979/1992.). c) A Rais apresenta oscilações de cobertura ao longo dos anos, razão pela qual deve-se evitar a comparação dos totais de emprego. É difícil identificar se as variações ocorrem devido ao aumento ou à redução real do mercado de trabalho, ou de um melhor ou pior desempenho na declaração (idem, ibidem). |
| Fonte |
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Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – RAIS.
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| Nota |
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O valor do rendimento médio nominal em reais, na base primária de dados, consta apenas a partir de 1999. O período de 1991 a 1998 não foi considerado pois as informações estão expressas em salários mínimos.
Os dados referem-se à remuneração média nominal de dezembro.
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| Rendimento Médio nos Vínculos Empregatícios nos Serviços |
| Definição |
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Soma dos salários nos vínculos empregatícios nos serviços em relação ao total de vínculos no setor.
Refere-se, em uma determinada data, ao rendimento médio dos vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Deve-se observar que: a) "O número de empregos é diferente do número de pessoas empregadas, porque um mesmo indivíduo pode estar acumulando, na data de referência, mais de um emprego" (MTE. Anuário Rais 1992). Essa diferença deve-se ao fato de que o levantamento é feito a partir dos estabelecimentos, que equivalem às "unidades de cada empresa separadas espacialmente, ou seja, com endereços distintos" (idem, ibidem); b) "A Rais, como qualquer outro registro administrativo, apesar de ser uma declaração compulsória, está sujeita a erros e omissões", uma vez que nem todos os estabelecimentos respondem à pesquisa ou fornecem informações completas e fidedignas (MTE. Painel Fixo da Rais 1979/1992.). c) A Rais apresenta oscilações de cobertura ao longo dos anos, razão pela qual deve-se evitar a comparação dos totais de emprego. É difícil identificar se as variações ocorrem devido ao aumento ou à redução real do mercado de trabalho, ou de um melhor ou pior desempenho na declaração (idem, ibidem). |
| Fonte |
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Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – RAIS.
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| Nota |
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O valor do rendimento médio nominal em reais, na base primária de dados, consta apenas a partir de 1999. O período de 1991 a 1998 não foi considerado pois as informações estão expressas em salários mínimos.
Os dados referem-se à remuneração média nominal de dezembro.
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| Rendimento Médio no Total de Vínculos Empregatícios |
| Definição |
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Soma dos salários nos vínculos empregatícios em relação ao total de vínculos.
Refere-se, em uma determinada data, ao rendimento médio dos vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Deve-se observar que: a) "O número de empregos é diferente do número de pessoas empregadas, porque um mesmo indivíduo pode estar acumulando, na data de referência, mais de um emprego" (MTE. Anuário Rais 1992). Essa diferença deve-se ao fato de que o levantamento é feito a partir dos estabelecimentos, que equivalem às "unidades de cada empresa separadas espacialmente, ou seja, com endereços distintos" (idem, ibidem); b) "A Rais, como qualquer outro registro administrativo, apesar de ser uma declaração compulsória, está sujeita a erros e omissões", uma vez que nem todos os estabelecimentos respondem à pesquisa ou fornecem informações completas e fidedignas (MTE. Painel Fixo da Rais 1979/1992.). c) A Rais apresenta oscilações de cobertura ao longo dos anos, razão pela qual deve-se evitar a comparação dos totais de emprego. É difícil identificar se as variações ocorrem devido ao aumento ou à redução real do mercado de trabalho, ou de um melhor ou pior desempenho na declaração (idem, ibidem). |
| Fonte |
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Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – RAIS.
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| Nota |
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O valor do rendimento médio nominal em reais, na base primária de dados, consta apenas a partir de 1999. O período de 1991 a 1998 não foi considerado pois as informações estão expressas em salários mínimos.
Os dados referem-se à remuneração média nominal de dezembro.
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| Definição |
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Total dos bens e serviços produzidos pelas unidades produtoras, ou seja, a soma dos valores adicionados acrescida dos impostos. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Fundação Seade.
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| Nota |
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Série revisada conforme procedimentos metodológicos adotados pelo IBGE, a partir de 2007. Mais informações podem ser obtidas em Nova Série do Produto Interno Bruto dos Municípios.
Dados de 2009 sujeitos a revisão.
A soma das parcelas pode não coincidir com o total, em função de arredondamentos efetuados nos dados parciais.
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| Definição |
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Total dos bens e serviços produzidos pelas unidades produtoras, ou seja, a soma dos valores adicionados acrescida dos impostos, dividido pela população da respectiva agregação geográfica. |
| Fonte |
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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Fundação Seade.
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| Nota |
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Série revisada conforme procedimentos metodológicos adotados pelo IBGE, a partir de 2007. Mais informações podem ser obtidas em Nova Série do Produto Interno Bruto dos Municípios.
Dados de 2009 sujeitos a revisão.
Foi calculado utilizando a população estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
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| Participação no PIB do Estado |
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| Participação da Agropecuária no Total do Valor Adicionado |
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| Participação da Indústria no Total do Valor Adicionado |
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| Participação dos Serviços no Total do Valor Adicionado |
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| Participação nas Exportações do Estado |
| Definição |
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Valor das exportações da agregação geográfica em relação ao valor total das exportações do Estado. |
| Fonte |
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Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Fundação Seade.
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| Nota |
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Dados preliminares.
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