PED Região Metropolitana de São Paulo
Conheça estudo especial a respeito das trabalhadoras domésticas na Região Metropolitana de São Paulo

Metodologia e Notas Técnicas

Metodologia
Instrumentos de coleta
Nota Técnica MTE – DIEESE – SEADE: CAGED e PED – Diferenças metodológicas e possibilidades de comparação
Nota sobre taxas de desemprego
Nº 15 - Julho de 2015 – Alteração das séries de ocupação, segundo setores de atividade econômica e posição na ocupação, da PED/RMSP e PED/Região do ABC
Nº 14 - Março de 2013 – Revisão dos valores absolutos das séries divulgadas pela PED RMSP
Nº 13 - Outubro de 2012 – Atualização dos valores absolutos das séries divulgadas pela PED RMSP
Nº 12 - Julho de 2012 – Alteração dos indicadores de setor de atividade da PED RMSP
Nº 11 - Janeiro de 2011 – Alteração dos indicadores de ramo de atividade e posição na ocupação
Nº 10 - Janeiro de 2009 – Atualização dos valores absolutos das séries divulgadas pela PED
Nº 09 - Agosto de 2003 – Atualização dos valores absolutos
Nº 08 - Fevereiro de 1998 – Rendimentos do trabalho

Principais conceitos e Indicadores

A Pesquisa de Emprego e Desemprego – PED é um levantamento domiciliar contínuo, que tem como objetivo divulgar informações sobre o mercado de trabalho urbano. Realizada mensalmente, desde outubro de 1984 na Região Metropolitana de São Paulo, a pesquisa é fruto de convênio entre a Fundação Seade e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – Dieese e vem fornecendo dados para o acompanhamento da evolução conjuntural e a análise das características e transformações na estrutura do mercado de trabalho regional.Atualmente, a PED está presente em outras regiões metropolitanas, por meio de parcerias entre a Fundação Seade, o Dieese, Secretarias de Trabalho e/ou instituições locais. Essa disseminação conta com o apoio do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS) e do Codefat, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Propósito metodológico

A elaboração da metodologia da Pesquisa de Emprego e Desemprego – PED pretendeu dar expressão a comportamentos típicos de um mercado de trabalho pouco estruturado, com grande disponibilidade de mão de obra e dinamizado por uma estrutura produtiva heterogênea, cuja descrição não se esgota na dicotomia emprego/desemprego. O propósito básico é ampliar o conjunto de informações disponíveis a respeito do mercado de trabalho, preservando a possibilidade de obter os indicadores tradicionais e, portanto, a comparabilidade com aqueles produzidos em outros países, mas, principalmente, gerando medidas que permitissem:

  • construir um método de classificação da População em Idade Ativa – PIA, que captasse a fluidez dos segmentos que a compõem (ocupados, desempregados e inativos) e a inter-relação entre eles;
  • criar uma tipologia em que a maior heterogeneidade dos diversos segmentos fosse explicitada, diferenciando-a das situações consideradas típicas.

Procedimentos metodológicos e principais conceitos

Embora a PED pesquise todos os moradores dos domicílios visitados, a caracterização da inserção no mercado de trabalho é feita somente para os indivíduos de dez anos e mais de idade, os quais compõem a População em Idade Ativa – PIA.

Para classificar a PIA segundo sua inserção no mercado de trabalho, a PED utiliza os seguintes parâmetros: procura efetiva de trabalho em 30 dias; disponibilidade atual para trabalhar com procura em 12 meses; situação de trabalho; tipo de trabalho exercido; e necessidade de mudança de trabalho.

Combinados, esses parâmetros permitem construir os seguintes conceitos para identificar os segmentos da PIA:

1 – População Economicamente Ativa – PEA: parcela da PIA que está ocupada ou desempregada.

2 – Ocupados: indivíduos que nos sete dias anteriores ao da entrevista:

2.1 – possuíam trabalho remunerado exercido regularmente;

2.2 – possuíam trabalho remunerado exercido de forma irregular, desde que não estivessem procurando trabalho diferente do atual;

2.3 – possuíam trabalho não remunerado de ajuda em negócios de parentes, ou remunerado em espécie/benefício, sem procura de trabalho.

São excluídas as pessoas que de forma bastante excepcional fizeram algum trabalho nesse período.

3 Desempregados: indivíduos que se encontram em uma das seguintes situações:

3.1 – desemprego aberto: pessoas que procuraram trabalho de maneira efetiva nos 30 dias anteriores ao da entrevista e não exerceram nenhum tipo de atividade nos sete últimos dias.

3.2 – desemprego oculto pelo trabalho precário: pessoas que realizaram algum trabalho remunerado eventual de auto-ocupação, ou seja, sem perspectiva de continuidade e previsibilidade, ou realizam trabalho não remunerado de ajuda em negócios de parentes e que procuraram mudar de trabalho nos 30 dias anteriores ao da entrevista ou que, não tendo procurado nesse período, o fizeram sem êxito até 12 meses atrás;

3.3 – desemprego oculto pelo desalento e outros: pessoas que não possuem trabalho e nem procuraram nos últimos 30 dias, por desestímulos do mercado de trabalho ou por circunstâncias fortuitas, mas apresentaram procura efetiva de trabalho nos últimos 12 meses.

4 – Inativos: indivíduos de dez anos e mais de idade que não estão ocupados ou desempregados.

5 – Rendimento do trabalho: rendimento monetário bruto (sem descontos de imposto de renda e da previdência social) efetivamente recebido, referente ao trabalho realizado no mês imediatamente anterior ao da pesquisa. Para os assalariados são considerados descontos por falta ou acréscimos devido a horas extras, gratificações, etc. Não são computados o 13º salário e os benefícios indiretos. Para os empregadores, os donos de negócio familiar e os profissionais universitários autônomos, é considerada a retirada mensal, não incluindo os lucros do trabalho, da empresa ou do negócio.

Procedimentos amostrais e estatísticos

Os dados utilizados pela PED são obtidos por amostra probabilística com entrevistas em cerca de 3.000 domicílios por mês, distribuídos nos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo.

Apesar da periodicidade mensal dos levantamentos, o cálculo dos indicadores é feito com informações de trimestres móveis, para garantir a precisão desejada.

Como as amostras mensais são independentes, as informações de vários meses podem ser acumuladas para construir indicadores mais precisos em análises estruturais, procedimento extremamente útil quando o fenômeno em estudo é pouco comum.

Expansão

A partir da segunda metade dos anos 1980, a PED se expandiu para outras regiões metropolitanas, em parcerias entre a Fundação Seade, o Dieese e órgãos públicos locais, permitindo uma produção de dados descentralizada, com ampla e ativa participação de organismos regionais na realização e gestão das bases de informações. Ressalte-se a particular importância da participação das Secretarias Estaduais de Trabalho, que, por meio de convênios com o Ministério do Trabalho e Previdência Social – MTPS e o Codefat, repassam recursos do FAT em apoio financeiro à pesquisa. A PED foi ou está sendo realizada nas seguintes regiões:

  • Fortaleza, desde 2008, pelo Instituto de Desenvolvimento do Trabalho – IDT, em convênio com a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social – STDS.
  • Região do ABC paulista, desde 1998, em parceria com o Consórcio Intermunicipal Grande ABC;
  • Região Metropolitana de Recife, desde 1997, pela Agência Estadual de Planejamento e Pesquisa – Condepe/Fidem e a Secretaria Especial da Juventude e Emprego – Seje;
  • Região Metropolitana de Salvador, desde 1996, pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI e pela Secretaria do Trabalho e Emprego – Setre;
  • Região Metropolitana de Belo Horizonte, desde 1994, pela Fundação João Pinheiro e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social – Sedese;
  • Região Metropolitana de Curitiba, de 1994 a 1997, pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social – Ipardes, em convênio com a Secretaria de Estado do Emprego e Relações do Trabalho – Sert/Sine-PR e a Companhia Paranaense de Energia Elétrica – Copel;
  • Região Metropolitana de Porto Alegre, desde 1992, pela Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser – FEE, em convênio com a Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social, órgão da Secretaria do Trabalho e Ação Social – FGTAS/Sine-RS;
  • Distrito Federal, desde dezembro de 1991, pela Secretaria de Estado do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos – SEDESTMIDH-GDF e a Companhia do Planalto Central – Codeplan;
  • Região Metropolitana de Belém, de 1988 a 1998, pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico Social do Pará – Idesp e a Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social – Seteps/Sine-PA.

Atualmente, a PED está ativa nas regiões metropolitanas de São Paulo – com destaque para a região do ABC –, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza e no Distrito Federal, que fazem parte do Sistema PED.

Além desses locais, onde a investigação sobre o mercado de trabalho é contínua, também foram feitas tomadas únicas, adequando-se a amostra para uma caracterização pontual do mercado de trabalho, como ocorreu em São José dos Campos/SP, Santa Cruz do Rio Pardo/SP, Pelotas/RS e Feira de Santana/BA.

Produtos disponíveis

Boletim mensal: os principais resultados da PED são divulgados para a imprensa e disponibilizados ao público na última semana de cada mês, por meio de um informativo contendo análise do comportamento de seus principais indicadores, como as taxas de desemprego, os índices do nível de ocupação e os rendimentos do trabalho.

Boletim anual: a análise sobre os dados anuais é divulgada em janeiro de cada ano.

Diversos estudos sobre segmentos e temas específicos, como os boletins Mulher & Trabalho, Inserção da população negra no mercado de trabalho, Emprego Doméstico, etc., são divulgados anualmente.

Microdados: a disponibilização das bases da PED/RMSP, de janeiro de 1985 até o último mês, permite que o usuário explore os dados, conforme sua necessidade.

Esse material pode ser acessado em: http://www.seade.gov.br/produtos/ped-rmsp/ e http://www.seade.gov.br/produtos/ped-abc/.

Informações disponíveis

As tabelas disponíveis no site da Fundação Seade são atualizadas todos os meses com informações sobre a inserção dos indivíduos no mercado de trabalho, tais como:

  • estimativas da PEA, ocupados, desempregados e inativos;
  • taxas de participação e de desemprego, por tipo e atributos pessoais;
  • distribuição dos desempregados e dos ocupados, por atributos pessoais;
  • estimativas e índices dos ocupados, por setor de atividade econômica;
  • estimativas e índices dos ocupados, por posição na ocupação;
  • rendimento médio real dos ocupados e assalariados, por setor de atividade e posse ou não de carteira de trabalho assinada;
  • rendimento máximo e mínimo dos ocupados e assalariados, por decis;
  • massa de rendimentos dos ocupados e assalariados.

Os dados anuais estão organizados da seguinte forma:

  • estimativas da PEA, ocupados, desempregados e inativos;
  • distribuição da PIA, por atributos pessoais;
  • taxas de participação e de desemprego, por tipo e atributos pessoais;
  • distribuição dos desempregados e dos ocupados, por atributos pessoais;
  • tempo médio de procura de trabalho, por tipo de desemprego;
  • distribuição dos desempregados, por faixa de tempo de procura de trabalho;
  • estimativas e índices dos ocupados, por setor de atividade econômica;
  • estimativas e índices dos ocupados, por posição na ocupação;
  • distribuição dos ocupados, por região onde moram e região onde trabalham;
  • horas semanais trabalhadas pelos ocupados e assalariados, por setor de atividade;
  • rendimento médio real dos ocupados e assalariados, por setor de atividade e posição na ocupação;
  • rendimento médio dos ocupados e assalariados, por decis;
  • rendimento máximo e mínimo dos ocupados e assalariados, por decis;
  • rendimento médio real dos ocupados, por atributos pessoais;
  • massa de rendimentos dos ocupados e assalariados;
  • distribuição da massa de rendimentos do trabalho principal dos ocupados, por grupos de nível de rendimento.

Para cada estudo especial (mulheres, jovens e negros no mercado de trabalho, emprego doméstico, etc.) há um anexo estatístico disponível para consulta.

Ressalte-se que o banco de dados da PED permite o acesso e a combinação de várias outras informações, disponibilizadas no site da Fundação Seade como Microdados.

Principais indicadores e classificações

1 – Taxa de participação: proporção de pessoas com dez anos e mais de idade incorporadas ao mercado de trabalho como ocupadas ou desempregadas.

2 – Taxa de desemprego: proporção da PEA que se encontra na situação de desemprego (total, aberto e oculto).

3 – Índice de ocupação: nível de ocupação alcançado em determinado trimestre em relação ao nível médio de determinado período.

4 – Rendimentos: rendimento real trimestral dos ocupados e assalariados no trabalho principal.

5 – Massa de rendimentos: rendimento médio real multiplicado pelo número de ocupados. Incluem-se os ocupados que não tiveram remuneração no mês (quando essa situação é eventual, caso do assalariado que começou a trabalhar naquele mês, do autônomo que naquele mês não teve remuneração, etc.) e excluem-se os trabalhadores familiares sem remuneração salarial e os trabalhadores que ganharam exclusivamente em espécie ou benefício.

6 – Jornada semanal de trabalho: refere-se às horas semanais efetivamente trabalhadas pelos ocupados no trabalho principal. São calculados a média dessa jornada e o porcentual daqueles que trabalharam acima da jornada legal de 44 horas semanais.

Setores de atividade econômica

A partir de janeiro de 2011, a PED deixou de divulgar as informações sobre setores e ramos de atividade segundo classificação própria, para divulgar tais informações segundo a Classificação Nacional de Atividade Econômica – CNAE 2.0 domiciliar (ver Nota Técnica 12).

Assim, Indústria de Transformação, Construção, Comércio e Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas e Serviços passaram a representar as seções C, F, G e H a T, respectivamente, da CNAE 2.0 domiciliar.

Devido ao desenho da amostra, apenas algumas aberturas desses setores são possíveis, como, na Indústria de Transformação, a metal-mecânica (divisões 24 a 30 e 33 da CNAE 2.0 domiciliar) e, nos Serviços, transporte, armazenagem e correio (seção H), informação e comunicação; atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados; atividades profissionais, científicas e técnicas (seções J, K e M), atividades administrativas e serviços complementares (seção N), administração pública, defesa e seguridade social; educação, saúde humana e serviços sociais (seções O, P e Q), alojamento e alimentação; outras atividades de serviços; artes, cultura, esporte e recreação (seções I, S e R) e serviços domésticos (seção T), conforme indicado nas tabelas disponibilizadas para consulta.

As informações anteriores a janeiro de 2011 referem-se à classificação apresentada a seguir.

1 – Indústria

1.1 – Metal-mecânica: ocupados nas indústrias metalúrgica, mecânica, de material elétrico e eletrônico e de material de transporte.

1.2 – Química e borracha: ocupados nas indústrias química, farmacêutica e plásticos e de artefatos de borracha.

1.3 – Têxtil e vestuário: ocupados nas indústrias têxtil e de vestuário, calçados e artefatos de tecido (exclusive artefatos de couro e plástico).

1.4 – Alimentação: ocupados nas indústrias de produtos alimentares.

1.5 – Gráfica e papel: ocupados em editoras, indústrias gráfica e de papel, papelão e cortiça.

1.6 – Outras indústrias: ocupados nas indústrias de mobiliário e produtos de madeira, de vidros, cristais, espelhos e cerâmica, de material de construção, de artesanato, artefatos de couro e plásticos, joalheria e lapidação de pedras preciosas, instrumentos musicais e brinquedos e outras indústrias de transformação e extrativas.

2 – Construção civil (excluem-se os ocupados nas atividades de reforma e reparação de edificação).

3 – Comércio (em atividades atacadistas e varejistas).

4 – Serviços

4.1 – Reformas: ocupados nas atividades de reforma e reparação de edificação.

4.2 – Oficinas mecânicas: ocupados nos serviços de reparação, reforma e conservação de máquinas e veículos.

4.3 – Limpeza, vigilância e outras oficinas: ocupados nos serviços de limpeza e vigilância e outras oficinas de reparação e conservação de objetos de uso pessoal, elétrico e mobiliário.

4.4 – Transportes: ocupados nos serviços de transporte e de armazenagem (públicos e privados).

4.5 – Especializados: ocupados nos serviços de escritórios de assessorias e consultorias técnicas, jurídicas, econômicas, contábeis, serviços de pesquisa, serviços de processamento, análise e programação de dados e outros serviços técnicos não especificados.

4.6 – Administração e utilidade pública: ocupados nos serviços de administração pública (dos três Poderes e das esferas municipal, estadual e federal), Forças Armadas e Polícia, nos serviços de utilidade pública (distribuição de energia elétrica, gás encanado, água e esgotos; limpeza pública e remoção de lixo) e nos serviços de comunicação (correios, transportes, telefonia e assemelhados).

4.7 – Creditícios: ocupados nos serviços creditícios e financeiros, inclusive seguros e cartões de crédito.

4.8 – Alimentação: ocupados nos serviços de alimentação em bares, restaurantes, lanchonetes, barracas e outros vendedores de rua.

4.9 – Educação: ocupados nos serviços de educação pública e privada.

4.10 – Saúde: ocupados nos serviços de saúde (hospitais, maternidades, consultórios, análises clínico-laboratoriais).

4.11 – Auxiliares: ocupados nos serviços da agricultura, do comércio (escritórios de representação, bolsa de mercadorias, escritórios de comissão e consignação e de proteção ao crédito), da indústria (escritórios de locação de equipamentos e veículos), dos seguros, finanças e valores, dos transportes (locação de veículos, agentes de cargas, agente de vendas de passagens, agentes de turismo) e outras atividades econômicas (treinamento de mão de obra).

4.12 – Outros serviços: ocupados nos serviços pessoais, comércio e administração de valores imobiliários, diversões, radiodifusão e teledifusão, serviços comunitários (sindicatos, associações comunitárias e religiosas, previdência pública e privada), serviços de alojamento e outros serviços não especificados.

5 – Serviços domésticos: ocupados nos serviços prestados a famílias e domicílios (inclusive jardinagem, segurança, condução de veículos).

6 – Outros setores de atividade: ocupados nos serviços de embaixadas, representações oficiais e políticas e nos serviços não classificados ou não especificados anteriormente.

Posição na ocupação

São captadas as seguintes posições ocupacionais, embora suas agregações/desagregações dependam da região e do período pretendido:

1– Assalariados

  • – Setor privado
    • – Com carteira de trabalho assinada

1.1.2 – Sem carteira de trabalho assinada

  • – Setor público

2 – Autônomos

2.1 – Trabalham para o público em geral

  • – Trabalham para uma ou mais empresas

3 – Empregados domésticos

  • – Mensalistas com carteira de trabalho assinada
  • – Mensalistas sem carteira de trabalho assinada
  • – Diaristas

4 – Demais posições

4.1 – Empregadores

4.2 – Donos de negócio familiar

4.3 – Trabalhadores domiciliares sem remuneração

4.4 – Profissionais liberais de nível universitário e outros

Grupos ocupacionais

É possível agregar as diversas ocupações captadas pela PED na Região Metropolitana de São Paulo, segundo nível de qualificação.

Para isso, é feita uma proxy a partir da atividade desempenhada e do segmento da economia em que o indivíduo atua, formando os grupos:

1 – Direção, gerência e planejamento: ocupados com função de planejar, coordenar e supervisionar as tarefas a serem executadas nas diversas atividades econômicas. Esse grupo pode ser desagregado em:

1.1 – Direção e gerência;

1.2 – Atividades de planejamento.

2 – Tarefas de execução: ocupados diretamente ligados às atividades-fim da empresa ou negócio em que atuam, como, por exemplo, o vendedor no comércio, o metalúrgico na metal-mecânica, etc. Devido às importantes diferenças de atribuições, os ocupados neste grupo foram separados em:

2.1 – Qualificados: possuem maior grau de especialização e experiência para a execução da tarefa;

2.2 – Semiqualificados: realizam tarefas repetitivas, com menor grau de complexidade;

2.3 – Não qualificados: em geral, trabalhadores braçais que ajudam na execução das tarefas.

3 – Tarefas de apoio: profissionais que exercem tarefas complementares àquelas que caracterizam a principal atividade da empresa ou negócio em que atuam, sendo diferenciados em:

3.1 – Serviços não operacionais (ocupados em tarefas administrativas em geral, comercialização, manutenção, etc.);

3.2 – Serviços de escritório (secretária, recepcionista, etc.);

3.3 – Serviços gerais (atividades de limpeza, segurança, em portaria, etc.).